Sobre mim

Thiago Alcantara, Advogado
Formado em Direito Pela Universidade Nove de Julho;
Pós graduado em Direito Penal e Processual Penal pela Escola Paulista de Direito;

Pós graduado em Ciências Criminais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUC/MG;

Pós graduado em Direito de familia e sucessão pela faculdade Legale Educacional.


Verificações

Thiago Alcântara, Advogado
Thiago Alcântara
OAB 406.532/SP VERIFICADO
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Direito Penal, 27%

É o ramo do direito público dedicado às normas emanadas pelo Poder Legislativo para reprimir os d...

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Comentários

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Thiago Alcântara, Advogado
Thiago Alcântara
Comentário · há 5 anos
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Recomendações

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Edgar Calixto Paz, Advogado
Edgar Calixto Paz
Comentário · há 5 anos
Texto forte, que resume o que virou a advocacia para milhares de advogados no Brasil nos últimos 20 anos. Este colega precisa de ajuda de um médico psiquiatra, afinal, qual advogado militante de verdadade que nunca tomou um "tarja preta" por causa de crises de ansiedade, síndrome do pânico e crises depressão causados pelas incertezas da profissão?A culpa disso tudo foram de alguns dirigentes mercenários da OAB, que nas últimas três décadas assistiram passivamente, sabe-se lá porque, a proliferação desenfreada de cursos de direito pelo país, tal qual como a proliferação da pandemia covid-19. Criou-se na mesma profissão, um abismo social, aliás o maior abismo entre elementos de uma mesma profissão de profissionais liberais do Brasil. Tal abismo aumenta dia após dia: de um lado temos advogados palacianos (em grande parte de filhos de desembargadores, filhos de ministros de tribunais superiores, ex juízes, ex promotores, etc) que tem empresas de advocacia (na verdade são empresários), que ganham honorários em dezenas e centenas de milhares por mês ; e do outro lado, temos advogados "sem sobrenome" e de origem humilde, que mal conseguem ganhar para pagar as dívidas mais comezinhas do escritório, isso quando tem escritório. Sejamos francos e sinceros, está na hora da OAB adotar um remédio amargo: limitar o número de vagas para novos advogados em seus exames/concursos, como se faz em qualquer concurso público, onde não basta atingir a média, tem que ficar classificado dentro do número de vagas. É reserva de mercado? Pode ser, mas ninguém vê a multiplicação de cursos de medicina no país (embora precisamos muito de mais médicos no Brasil), e não se vê médicos passando apuros como este colega advogado.Aliás, o CFM conseguiu com o ex presidente Michel Temer (um.advogado), a proibição de abertura de novos cursos de medicina por cinco anos. Não é o ideal, mas como tem mais faculdades de direito do que farmácia, salão de beleza e barbearia no Brasil (temos cerca 1200 cursos de direito no Brasil - mais que o resto do mundo todo somados), não vejo outra saída. É a regra mais elementar do capitalismo: quando a oferta de mão de obra é grande, a desvalorização desta não de obra aumenta. Por isso que o sonho de consumo de todo acadêmico de direito é passar em um concurso, e não de ser um advogado.Na minha época de graduação não era assim.
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